Fonoaudiólogas formadas em reabilitação auditiva

10 palpites

  1. Marcelo disse:

    Grandes perguntas, excelentes respostas!
    Gostei muito dessa entrevista!

  2. Larissa disse:

    Minha irmã responde bonito mesmo, só bomba. Laak, quem apresentou as senhoritas fui eeeeu, pelo twitter da vidaaa, rsss.. Eu lembro dessa paciente, todo dia ela contava uma história diferente da Bia, toda fofa. Vamos divulgar E divulgar o IC, no tempo que Aline estudava eu nem sabia direito o que era, depois que a gente “entra” na acessibilidade, começa a querer saber tudo que a promove… Agora acho o máximo, parabéens brothaaar! E parabéns pela iniciativa de divulgar esses profissionais, Lak! beeeijos

    • laklobato disse:

      Larica, deixa de ser implicante com a sua irmã haha As respostas dela foram pertinentes e dignas de uma profissional. É importante ter informações de que o IC é uma tecnologia e, como tal, propensa a falhas (até o corpo humano é propenso a falhas hehehe).
      No mais, obrigada por nos apresentar. Viu que resultado dusbão?
      Beijinhos

  3. Aline disse:

    Espero que tenha contribuído e estou a disposição para dúvidas.
    Larissa, deixe de “arengar” comigo…
    Beijossss Lak

  4. Mariana disse:

    amei! amei mais ainda saber que ela é minha conterrânea! auhau parabéns, aline! imagino como deve ser uma sensação maravilhosa testemunhar as conquistas sonoras das crianças implantadas :~

    E Lak, hoje tô tão bestinha e aproveitando isso, amo teu blog, viu?

  5. Rogério disse:

    Pelo visto, próxima a ser entrevistada é a Mariana, né?
    Sabe, Lak, minha filha conviveu com enfermeiras, fisioterapeutas, fonos e TOs durante anos. Então, sou suspeitíssimo para falar sobre esse tipo tão especial de ser humano. Mais do que cumprir uma obrigação profissional, essas pessoas desafiam padrões e praticam aquilo que boa parte da classe médica execra: incluem nos atendimentos o envolvimento emocional. E, quer saber? Isso faz uma diferença que salta aos olhos, principalmente quando o paciente é uma criança. O lúdico motiva, relativiza a dor e o desconforto, provoca interação, alcança resultados com mais qualidade e, não raro, menos tempo.
    Todo meu respeito e admiração às ‘Alines’ que fazem deste mundo algo bem mais suportável.
    Um grande beijo estalado.

    • laklobato disse:

      Entrevista não. Mari fará depoimento mesmo. A experiência dela vai além de meras entrevistas hahahaha
      E sim, fonos precisam ser um pouco ‘mãe’ dos pacientes, pra trazer à luz o que eles tem de melhor… Elas são mágicas…
      Beijos