p.s. Sobre o livro do meu pai, A Linguagem do Tato que comentei num post anterior, ele respondeu o email dizendo que está ocupadíssimo essa semana e que viaja amanhã, por conta do feriado, mas assim que retornar, ele nos agraciará com um resumo do livro. Mas já adiantou com o seguinte: Bem, este livro e o anterior, Massagem e Sensibilidade são hoje e.books que podem ser baixados no site: www.xamanismo.com.br. Na página de Armando Austregésilo, os livros estão disponibilizados para o download. Está seguindo para o prelo o meu novo livro: “Novo livro de Massagem e Sensibilidade”, que deve ser publicado até o final do ano.
Beijinhos
Fuçando na net, me deparo com essa notícia (clica que é link): Orelhas Douradas
Pra quem não manja inglês: vai aí uma tradução feita pela minha melhor amiga (e escrava) Kali Alves – hihihi brincadeira, heim? Ela é quase minha irmãzinha e fez esse favorzão pra mim, em prol do brog.
Essa é uma visão completamente subjetiva de Pinoquio e há quem discorde veêmente dela. Mas, a graça de ver o mundo à sua maneira é justamente compartilhar essa visão…
Enfim, quando estive em Veneza, na Itália, fiz questão de comprar um Pinoquiozinho de madeira pra pôr na porta do meu quarto. Houve quem me perguntasse por que eu queria colocar um bonequinho mentiroso, cujo nariz cresce e apronta poucas e boas…
Mas é que eu me identifico com Pinoquio de uma maneira especial. Vejo nesse personagem de Carlos Collodi (pseudônimo de Carlos Lorenzini) um habitante do mundo dos que tem uma deficiência. Por que? Porque ele não era igual as outras pessoas, ele era de madeira.
Por conta disso, ele passa a história inteira aprontando poucas e boas, com a esperança de um dia virar um “menino de verdade”.
Ainda que essa não fosse a intenção original do autor, a história sempre foi um exemplo de superação pra mim. Todas as etapas que Pinoquio passa lembram as etapas de superação que uma pessoa com deficiência passa ao longo da vida. Continue lendo…