Quem me conhece sabe que eu adoro bichinhos. Aqui mesmo no blog já falei de bichos que ajudam pessoas com deficiência (e como deles surgiram: contribuição de Ana Paula Ferraz), apresentei meu simpático mascote de pelúcia, tenho os adoráveis sapoticons que vivem pulando nos comentários e até já contei histórias de bichos terríveis e assustadores.
Desta vez soube de um caso de um bichinho um tanto quanto inusitado.
Era uma vez uma tartaruga e um coelh… ops, história errada.
Era uma vez uma tartaruga selvagem que vivia nas colinas da Califórnia. Não era lá muito ágil como a da fábula de Esopo.
De tão pacata, um dia foi mordida por um cachorro e acabou ficando deficiente física. Tadinha, só lhe restaram 3 pernas.
Confesso que achei que essa pose que o fotógrafo escolheu deixou ela com uma cara meio de Transformer
Galera, mini post só para avisar que o blog, com pouco mais de 1 mês de existência, alcançou hoje a marca dos 1000 leitores! Terá sido você? Ou você acompanha desde que ele era um surdinho que engatinhava ainda?
Seja como for, a sua presença aqui é importante para nós. O blog não seria nosso cantinho especial, se não fosse por cada um que lê, que dá palpite, que dá bronca (Jairo, o padrinho), que corrige as gafezinhas (valeu, Maíra), que contribui com as próprias histórias (Raul, Leiloca), com os próprios textos (Anahí, Diefani) e com quem pergunta coisa que sempre quis saber, mas tinha vergonha (menção honrosa ao Juca Jardim) e com quem não comenta, mas manda email ou avisa via MSN que adorou o texto tal.
Só por isso, resolvi fazer um postzinho especial, pra lembrar que: A união faz a força!!
Obrigada pela presença diária, semanal, esporádica! Especialmente pra quem tem o blog na lista, pois sem outros blogs de referência, seria mais chato buscar inspiração.
Vez ou outra, alguém diz nos comentários, ou no MSN, ou por email, ou falando pessoalmente, ou por mensagens telepáticas e sinais de fumaça (esses últimos, um pouco de imaginação, na verdade hahaha) que curte a maneira como eu escrevo. Há quem me pergunte se o “Lobato” do sobrenome confirma o parentesco com o autor do Sítio do Pica Pau Amarelo e, quando digo que é um parente distante, respondem: “Ah, tá explicado seu talento: genética“.
Realmente, longe de mim desmerecer o sangue dos Lobatos (que é da minha mãe, meu último sobrenome é Austregésilo, mas sempre achei que, apesar de lindo e sonoro, dizer Lakshmi Austregésilo é quase pedir pras pessoas chorarem) mas na verdade, o que me ensinou a escrever, de fato, foi ter ficado surda.
Soa estranho, né? Mas é verdade, vou contar porquê… Continue lendo…
O texto está em inglês e eu morrendodepreguiça.com.br de traduzir, mas diz aí que o sinal é compativel aos receptores de rádio com HD modernos (explicação Geek do Edu: rádio digita, tipo tv digital, com melhor definição e qualidade. Pode ter vários canais de informação. ex: a mesma estação pode transmitir áudio, informações sobre a música, a letra da música, closed caption, etc… ) Não sei se já chegou ao mercado desde a notícia. Ainda não vi um…
Fazendo um esforço tremendo pra lembrar como é ouvir programa de rádio – porque confesso, não é algo que realmente curtia e fico relembrando pra não esquecer como é (e olha que já fiz texto de spot de rádio em trabalhos como redatora publicitária) – acho bem bacana esse equipamento. Afinal, acessibilidade é todo mundo ter acesso a tudo.
Claro que não deve ser muito sensato colocar no carro e “ler a programação” enquanto dirige. Mas, naqueles trânsitos que você fica meia hora parado entre buzilhões de carros e sem nada pra fazer, seria fantástico. Já pensei em coisas impublicáveis (de ruins) nesses momentos de tédio absoluto. Afinal, ouvir música está muito além do meu alcance auditivo.
Beijinhos
Lak
p.s. Mexendo nas teias de aranha da minha memória, lembrei de às 19hs, passava “A Hora do Brasil”, que lá em casa, não adiantava sequer desligar o aparelho de rádio, porque se você chegasse perto, ainda ouvia a transmissão bem baixinho hihihi)
p.s.2: Patie (do waffles com nutella) me corrigiu e disse que é “A VOZ do Brasil” e ainda passa esse programa. MELDELS fiquei com pena de vocês, que não são surdos!!
Pessoas, tive um probleminha ontem a noite, dormi muito tarde, acordei mal e tive uma reunião chatíssima agora cedo, que nem sei honestamente se era pra eu ir hehehe
A critividade hoje não é das melhores. Mas, como amo esse blog, não poderia deixá-lo sem post. Mas, pra não ficarem decepcionados com a qualidade nem um pouco informativa do post de hoje (comparado aos anteriores, pode ser bem gritante a diferença), já aviso que é apenas uma historinha bobinha e engraçadinha dos confins da minha adolescência. Espero que gostem o suficiente pra não ficarem frustrados de entrar aqui hoje. Haha
Era o verão de mil novecentos e guaraná com rolha (não lembro o ano exato, mas faz tempo) e, naquela noite, seria o reveillon.
Sabe como é brasileiro. Ano Novo? A gente vai pra praia. Enche-se se de sol, sal, areia, água de coco, picolé. Escolhe uma roupa branca, compra calcinha/cuequinha nova (amarela, pra trazer dinheiro / rosa, pra trazer amor / verde pra trazer saúde). Faz estoque de champagne, de uva branca. Come lentilha e farofa. E o escambau. Não porque a gente seja superticioso. Mas porque a graça da festa é justamente seguir um monte de rituais sem lógica nenhuma, mas que faz a gente feliz, bem feliz.
Naquele ano, como era de praxe na minha adolescência (e na verdade, até bem pouco tempo atrás) a gente foi pra Saquarema, litoral carioca. E, aquela cidade pequena, ficava apinhada de gente nessa época do ano. O comércio fervilhava a pleno vapor. Continue lendo…