Rádio com closed caption

Escrito por laklobato em 28/05/2009

A notícia é velha, mas eu também sou e ninguém está reclamando disso (espero) hihihi

Mas, pra mim, foi novidade: Um rádio com closed caption (legendas)

hd_radio_close_captioned

O texto está em inglês e eu morrendodepreguiça.com.br de traduzir, mas diz aí que o sinal  é compativel aos receptores de rádio com HD modernos (explicação Geek do Edu: rádio digita, tipo tv digital, com melhor definição e qualidade. Pode ter vários canais de informação. ex: a mesma estação pode transmitir áudio, informações sobre a música, a letra da música, closed caption, etc… ) Não sei se já chegou ao mercado desde  a notícia. Ainda não vi um…

Fazendo um esforço tremendo pra lembrar como é ouvir programa de rádio – porque confesso, não é algo que realmente curtia e fico relembrando pra não esquecer como é (e olha que já fiz texto de spot de rádio em trabalhos como redatora publicitária) – acho bem bacana esse equipamento. Afinal, acessibilidade é todo mundo ter acesso a tudo.

Claro que não deve ser muito sensato colocar no carro e “ler a programação” enquanto dirige. Mas, naqueles trânsitos que você fica meia hora parado entre buzilhões de carros e sem nada pra fazer, seria fantástico. Já pensei em coisas impublicáveis (de ruins) nesses momentos de tédio absoluto. Afinal, ouvir música está muito além do meu alcance auditivo.

Beijinhos

Lak

p.s. Mexendo nas teias de aranha da minha memória, lembrei de às 19hs, passava “A Hora do Brasil”, que lá em casa, não adiantava sequer desligar o aparelho de rádio, porque se você chegasse perto, ainda ouvia a transmissão bem baixinho hihihi)

p.s.2: Patie (do waffles com nutella) me corrigiu e disse que é “A VOZ do Brasil” e ainda passa esse programa. MELDELS fiquei com pena de vocês, que  não são surdos!!

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Causozinho da Jovenzinha Surda

Escrito por laklobato em 28/05/2009

Pessoas, tive um probleminha ontem a noite, dormi muito tarde, acordei mal e tive uma reunião chatíssima agora cedo, que nem sei honestamente se era pra eu ir hehehe

A critividade hoje não é das melhores. Mas, como amo esse blog, não poderia deixá-lo sem post. Mas, pra não ficarem decepcionados com a qualidade nem um pouco informativa do post de hoje (comparado aos anteriores, pode ser bem gritante a diferença), já aviso que é apenas uma historinha bobinha e engraçadinha dos confins da minha adolescência. Espero que gostem o suficiente pra não ficarem frustrados de entrar aqui hoje. Haha

Era o verão de mil novecentos e guaraná com rolha (não lembro o ano exato, mas faz tempo) e, naquela  noite, seria o reveillon.
Sabe como é brasileiro. Ano Novo? A gente vai pra praia. Enche-se se de sol, sal, areia, água de coco, picolé. Escolhe uma roupa branca, compra calcinha/cuequinha nova (amarela, pra trazer dinheiro / rosa, pra trazer amor /  verde pra trazer saúde). Faz estoque de champagne, de uva branca. Come lentilha e farofa. E o escambau. Não porque a gente seja superticioso. Mas porque a graça da festa é justamente seguir um monte de rituais sem lógica nenhuma, mas que faz a gente feliz, bem feliz.
Naquele ano, como era de praxe na minha adolescência (e na verdade, até bem pouco tempo atrás) a gente foi pra Saquarema, litoral carioca. E, aquela cidade pequena, ficava apinhada de gente nessa época do ano. O comércio fervilhava a pleno vapor.
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