UFRJ é credenciada a fazer cirurgia de implante para surdez pelo SUS

Escrito por laklobato em 29/01/2010

Notícia e tanto para os cariocas!

Como o título do post já explica muito bem, finalmente os cariocas não vão mais precisar se deslocar para poder fazer o Implante Coclear pelo SUS. O que é importantíssimo, já que nem todo mundo pode pagar e muito convênio dá uma verdadeira dor de cabeça para cobrir a cirurgia (e tem o inconveniente de não cobrir ativação nem mapeamento, que custa pesado pagar isso do bolso, viu?).

Mas agora… ah, vale ler a notícia na íntegra:

No dia 18 de dezembro de 2009, o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) foi credenciado, pelo Sistema Único de Saúde, a fazer a cirurgia de implante coclear, também conhecido como ouvido biônico. O hospital é o único lugar no estado do Rio de Janeiro a prestar tal serviço. Agora, os pacientes não são mais obrigados a se deslocar a São Paulo para realizar a cirurgia.
A professora Maria Isabel Kós, chefe do Serviço de Fonoaudiologia do HUCFF e coordenadora do Programa de Saúde Auditiva, explica que o implante coclear permite aos surdos que a audição seja quase que completamente restaurada. Para realizar o procedimento é necessário que o problema se localize na cóclea, órgão do ouvido interno que transforma sons em impulsos elétricos. Quase 99% das perdas auditivas enquadram-se neste caso, e podem ter causas variadas, como meningite e rubéola, além de doenças genéticas.
O procedimento consiste em implantar eletrodos no ouvido interno, que farão o papel da cóclea. Externamente, é colocado um aparelho que capta os sons do ambiente e os manda, por uma antena, para a parte interna. O som produzido é diferente do captado pelo ouvido normal, mas permite resultados muito além do aparelho de audição convencional.
“O tratamento é realizado em conjunto com o Serviço de Otorrinolaringologia, coordenado pelo professor Shiro Tomita, e vai desde uma avaliação da perda auditiva, com a audiometria, até testes como a tomografia e a ressonância magnética. Antes da cirurgia, o paciente conversa com psicólogos e faz também uma avaliação de saúde para atestar a possibilidade de receber anestesia geral”, explica a professora Maria Isabel. A ativação do aparelho não é feita logo após a cirurgia, para que o corte possa cicatrizar. Depois de um mês ele é ativado e o paciente deve fazer tratamento fonoaudiológico para aprender, ou reaprender, a ouvir.
Após a cirurgia, ele deve comparecer mensalmente ao hospital para a calibração dos eletrodos. O tratamento todo é custeado pelo SUS, que antes de credenciar o HUCFF concedia o transporte até São Paulo. Este era um tempo longo que trazia custos tanto para pacientes quanto para a prefeitura. Agora, com a possibilidade de tratamento no Hospital Universitário, mais pessoas podem ter esse benefício.

No dia 18 de dezembro de 2009, o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) foi credenciado, pelo Sistema Único de Saúde, a fazer a cirurgia de implante coclear, também conhecido como ouvido biônico. O hospital é o único lugar no estado do Rio de Janeiro a prestar tal serviço. Agora, os pacientes não são mais obrigados a se deslocar a São Paulo para realizar a cirurgia.

A professora Maria Isabel Kós, chefe do Serviço de Fonoaudiologia do HUCFF e coordenadora do Programa de Saúde Auditiva, explica que o implante coclear permite aos surdos que a audição seja quase que completamente restaurada. Para realizar o procedimento é necessário que o problema se localize na cóclea, órgão do ouvido interno que transforma sons em impulsos elétricos. Quase 99% das perdas auditivas enquadram-se neste caso, e podem ter causas variadas, como meningite e rubéola, além de doenças genéticas.

O procedimento consiste em implantar eletrodos no ouvido interno, que farão o papel da cóclea. Externamente, é colocado um aparelho que capta os sons do ambiente e os manda, por uma antena, para a parte interna. O som produzido é diferente do captado pelo ouvido normal, mas permite resultados muito além do aparelho de audição convencional.

“O tratamento é realizado em conjunto com o Serviço de Otorrinolaringologia, coordenado pelo professor Shiro Tomita, e vai desde uma avaliação da perda auditiva, com a audiometria, até testes como a tomografia e a ressonância magnética. Antes da cirurgia, o paciente conversa com psicólogos e faz também uma avaliação de saúde para atestar a possibilidade de receber anestesia geral”, explica a professora Maria Isabel. A ativação do aparelho não é feita logo após a cirurgia, para que o corte possa cicatrizar. Depois de um mês ele é ativado e o paciente deve fazer tratamento fonoaudiológico para aprender, ou reaprender, a ouvir.

Após a cirurgia, ele deve comparecer mensalmente ao hospital para a calibração dos eletrodos. O tratamento todo é custeado pelo SUS, que antes de credenciar o HUCFF concedia o transporte até São Paulo. Este era um tempo longo que trazia custos tanto para pacientes quanto para a prefeitura. Agora, com a possibilidade de tratamento no Hospital Universitário, mais pessoas podem ter esse benefício.

Link da noticia: Olhar Vital.

Meu pai tinha me pedido essa informação recentemente e vai gostar da notícia!!

Beijinhos sonoros,

Lak

8

Copyright © 2010 Desculpe, não ouvi! All rights reserved. Visite www.laklobato.com