Tem um cara aqui no meu trabalho que adora pegar no meu pé. Tendo chance, ele me zoa. Já colocou bilhete de “Em Manutenção” no meu computador. Tentou ‘matar’ minha ariranha de pelúcia. E ameaça quebrar meu AASI (os aparelhos auditivos) com a régua toda vez que eles começam a ter vazamento de som e apitam (qualquer dia gravo o audio desse som lindo e coloco aqui no blog, duvido que alguém não concorde com o mané aqui do trampo).
Outro dia, ele vira pra mim e diz: ‘Vou te mandar uma coisa linda.‘ Dado o histórico da criatura, não posso afirmar se ele falou isso séria ou sarcáticamente. E me mandou o vídeo abaixo.
Eu juro que gostaria de saber a impressão de vocês e que vissem o vídeo antes de ler o resto do texto. Segue:
Não clique em “Continuar Lendo” antes de ver o vídeo, ok?
Uma coisa que sempre foi difícil para mim é entender como uma pessoa com daltonismo enxerga. Para mim o mundo sempre foi colorido, sempre enxerguei perfeitamente todas as cores do arco-íris e não conseguir diferenciar o verde do vermelho não entrava na minha cabeça.
Não entrava até eu descobrir que o novo Photoshop CS4 tem uma nova ferramenta de acessibilidade que permite que um designer, fotógrafo ou ilustrador veja sua criação como se fosse vista por uma pessoa com daltonismo.
Você pode até entender como funciona aqueles testes de daltonismo.
* o título do tópico, coincidentemente juro, é o subtítulo de um dos livros que meu pai escreveu.
Tem gente que acha que usar a internet é perda de tempo. Discordo, a gente usa e muito, para a informação. Mesmo que informações que, a principio, não pareçam tão pertinentes. Mas o importante é se informar.
Ainda que esse blog seja voltado à dinâmica de pessoas com deficiencias, meu público leitor alvo são (também) as pessoas que não tem deficiência nenhuma, mas uma curiosidade enorme de saber mais sobre nós, mas tem vergonha de perguntar.
Quando eu estava no segundo colegial (ensino médio), mudei de escola, pra estudar com minha melhor amiga de infância, que morava numa cidade do litoral fluminense. Passei uns meses morando com ela.
Na escola onde eu iria estudar, havia um professor de matemática que tinha uma fama de ser muito durão, rígido, que dava provas dificílimas, mas que todo mundo adorava e, por conta disso, o apelidaram de Paulo Diabo, o PC.
No primeiro dia de aula, eu estava parada na porta da sala, no rápido espaço de tempo entre aulas, quando o tal professor se aproximou de mim, sem que eu percebesse, e falou alguma coisa que eu ouvi, mas não entendi e tive que pedir pra ele repetir.
Ele falou comigo de novo e eu continuei não entendendo – talvez porque tenha me assustado ou porque estivesse distraída – até que ele achou que era pouco caso da minha parte e me disse algo bem irônico do tipo: