Acessibilidade além da LIBRAS

8 palpites

  1. exato!! já para não acrescentar o seguinte: se eu aprender Libras para comunicar, depois então vou comunicar com quem? com a minha família e amigos, colegas de trabalho, que não sabem Libras? tive quem me perguntasse por que razão não aprendia e foi isso mesmo que respondi.

  2. Tudo bem explicadinho…só não vai entender quem não quer…vou divulgar. Beijos.

  3. Doracy Filha Doracy Filha disse:

    Amoreeeee, concordo plenamente contigo, cada caso é um caso, ninguém é obrigado a aprender a Libras. Há outras coisas que confundem ainda mais as pessoas (ouvintes) são as diferentes identidades de surdos e a forte cultura da comunidade surda. Acredito que devemos respeitar as diferenças e as escolhas da língua de cada um. Nenhuma língua é inferior à outra, ambas são diferentes na forma de comunicação. 😘😘

  4. Haila disse:

    Exato, Lak – amo teu nome, também tenho um nome diferente, visto que meu pai é libanês -, e teu post veio em boa hora, visto que sou usuária de AASI desde os 2 anos, além de oralizada 😉 caso tenhas interesse em saber minha história, aí vai….
    Tenho 16 anos e em dois anos farei o ENEM, e pretendo seguir em medicina veterinária, apesar de ter perda auditiva neurossensorial bilateral profunda. Sim, sei que é um nome complicado, mas vou tentar explicar: tenho perda auditiva profunda nos dois ouvidos, devido à sequelas de meningite que peguei aos dois anos e uso AASI – Aparelho Amplificação Som Individual -, quando foi detectada minha perda, aos 2 anos e 10 meses. Fui oralizada, e acredito que quanto mais cedo a perda auditiva for diagnosticada, melhor para o paciente a família. Tive – e ainda tenho – certa dificuldade em entender o que as pessoas dizem, especialmente quando estão falando uma língua estrangeira. No mais, tive uma infância normal, quiçá idílica. Nasci em Belém – PA, mas aos 3 anos me mudei para Providenciales, Turcas e Caicos, onde cresci. Voltei à Belém aos 11 anos, onde resido atualmente, apesar de sentir saudades de Provo. Quero cursar Medicina Veterinária, apesar de não saber se terei chances devido à deficiência… PS: sou oralizada, NÃO falo LIBRAS e falo uma segunda língua – inglês -, além de ter boas notas no colégio, apesar de ter sido diagnosticada com TDAH – Transtorno de Deficit de Atenção – aos 9 anos, além de ter sido recentemente diagnosticada com depressão, mas isso é outra estória. Gostaria de saber se terei chances na faculdade de Veterinária, apesar da deficiência. 😳
    Beijinhos caribenhos,
    H