Mattel do Brasil promove debate sobre as diferenças em São Paulo (SP)

4 palpites

  1. luciane disse:

    oi nossa estas historia me fazem muito bem pois estou com meu filho recém implantado…ele tem 7 anos sempre usou aasi agora do lado direito e implantado e do esquerdo acabou de trocar o aparelho. ele sempre fez tratamento em bauru mas foi implantado em Curitiba no hc estamos nos acostumando com tudo pois tudo e novidade ele esta muito agitado …. eu estou bem preocupada mas todos me falam que e normal ….mas mãe sempre tem duvida em relação o que ele esta ouvindo tento vários sons pergunto se esta ouvindo fala que sim mas não tem paciência para nada . nao sei quanto tempo ele vai levar para falar certo ter paciencia para ouvir tudo o que esta ao seu redor . Eu como mae tenho muito medo de tudo peço a deus que me de muita sabedoria para trabalhar com esta situação.

    parabens pelas entrevistas elas me ajudam muito…
    Abraços… 🙂

  2. Silvia disse:

    Lak, eu acho muito legal iniciativas para que as crianças aceitem a diversidade como algo natural. Afinal o que importa não é a aparência nem o que temos, mas quem somos.

    Só que, a não ser que a Mattel esteja mudando bem o conceito do Monster High, eu não vejo nada disso nessa série de produtos. Pra mim, são monstrinhos estilosos que estimulam as meninas a querer maquiagens exóticas, roupas diferentes (e fashion, porque as roupinhas não têm nada de alternativas) e a nova boneca da coleção. Minhas filhas têm e gostam (compraram com seus dinheirinhos porque é febre entre as amigas), mas estão longe de estar trabalhando a aceitação das diferenças (coisa que, na vida e na escola, elas fazem bastante, ainda bem). Hoje mesmo a mais velha estava jogando no site deles um jogo que estimula a cola. A turma está em prova e um dos alunos não estudou nada, então o objetivo é passar a cola sem ser pego pelo professor. Se você passa a cola direitinho, ganha um monte de pontos e amigos. Se o professor te pega, perde o jogo. Sei lá, parece mesmo é campanha de marketing sem vergonha nenhuma de vender uma coisa que não existe.