Mattel do Brasil promove debate sobre as diferenças em São Paulo (SP)

Pessoal, se tem um assunto que eu AMO abordar aqui no blog é sobre trabalhar e divulgar a existência da diversidade humana. Ninguém é igual a ninguém e algumas pessoas são mais diferentes do que outras, mas isso não motivo para alguém desprezar ou maltratar outra pessoa. Que o ser humano tem medo do desconhecido, é instintivo, mas somos seres racionais e podemos perfeitamente nos abrir a informações novas. No entanto, ainda existe muito uma mentalidade social de que o diferente deve ser tratado com estranheza. Felizmente, existe também muita gente trabalhando para que essa mentalidade mude.

Pensando nisso, trago ao DNO um release que recebi sobre um belíssimo trabalho que vem sendo feito pela Mattel do Brasil, que detém marcas famosas como: Fisher-Price, Barbie, Polly, Hot Wheels, entre outras…

Na real, são dois releases separados, mas não deu para optar por apenas um deles, visto que ambos trazem informações pertinentes sobre o tema, que pode interessar muito pais, educadores e profissionais da área de saúde que trabalham com crianças:

Mattel do Brasil promove debate sobre as diferenças

Com o objetivo de contribuir para a formação de crianças e adolescentes a Mattel inicia, por meio da marca Monster High, série de ações sobre o tema diversidade; iniciativa começa com lançamento de livro e concurso cultural

São Paulo, setembro de 2011 – A Mattel do Brasil, que acredita no brincar para o desenvolvimento de uma infância sadia, lançou uma linha de brinquedos nada convencional para mostrar a crianças e adolescentes que é possível fugir do clichê e do estereótipo do que é aceito socialmente como belo. Batizada de Monster High, a marca traz como personagens os filhos dos monstros clássicos da literatura – como Drácula, Múmia e Frankstein. Mais do que entreter crianças e adolescentes, Monster High surgiu com o objetivo de trazer à tona a discussão sobre as diferenças de uma maneira divertida, apresentando situações próximas à realidade dos jovens adolescentes. Agora a marca investe em uma série de iniciativas para reforçar o seu posicionamento e contribuir com a formação de seu público principal, direta e indiretamente. As ações previstas para 2011 incluem o lançamento de um livro reunindo textos de especialistas em educação, um concurso cultural para o público infanto-juvenil e a continuidade da linha de produtos da marca Monster High. Novas iniciativas com o tema diversidade estão sendo desenhadas para 2012.

“O projeto surge para consolidar a marca Monster High, que tem como objetivo mostrar a crianças e adolescentes como as diferenças tornam cada indivíduo único e especial. Hoje, damos um passo importante para tornar a marca relevante na formação dos jovens e, mais do que isso, trazer pais e educadores para o centro da discussão”, afirma Ana Furtado, gerente da Divisão Girls da Mattel do Brasil.

 

Educar para a diversidade

A Mattel do Brasil convidou a professora doutora Teresa Cristina Rego, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), para reunir textos de especialistas em educação. Intitulado “Educar para a Diversidade: Desafios e Perspectivas”, o livro conta com a colaboração dos especialistas em educação Marta Kohl de Oliveira, Julio Groppa Aquino e José Geraldo Vinci de Moraes. Destinada a educadores, a obra tem como objetivo fomentar o debate em torno da ideia central da marca Monster High, possibilitando a reflexão sobre os desafios na formação das novas gerações.

Outra iniciativa que tem como objetivo falar diretamente com os jovens, incentivando a reflexão sobre como ser diferente pode ser legal, é o concurso cultural “Monster Highlloween”. Para participar basta efetuar o cadastro no site www.meuestiloassustador.com.br de 1 a 30 de outubro, criar um monstro com as ferramentas disponíveis e responder a pergunta “O que faz você monstruosamente legal?”. O participante com a melhor frase e monstro ganha uma festa de Monster Highlloween com um show exclusivo para celebrar com 30 amigos. O concurso cultural foi criado para crianças e adolescentes entre sete e 15 anos.

Mais de Monster High

Para quem já é fã da série, a marca traz mais novidades com a chegada do terceiro título “Monster High – Uma Loba Cheia de Estilo”, em outubro. Ele conta as aventuras de Clawdeen, filha do Lobisomen.

Já na linha de produtos, o segundo semestre tem dois novos modelos de bonecas que acompanham um DVD com filme Monster High: a Festa Monstro, com preço sugerido de R$ 89,99, e a bonecas Mortas de Sono, com preço sugerido de R$ 49,99.

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Convívio com as diferenças inspira lançamento de coletânea de textos

Livro aborda os desafios dos educadores na hora de ensinar crianças e adolescentes sobre o convívio com a diversidade humana

São Paulo, 27 de setembro de 2011 – Os educadores do século XXI têm uma grande missão: ensinar as novas gerações a lidar com as diferenças interpessoais. Em uma época em que a maneira com que crianças e adolescentes encaram a diversidade merece uma atenção especial por parte de pais e professores, a Mattel do Brasil convidou a professora doutora Teresa Cristina Rego, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), para reunir textos de especialistas em educação. Intitulado “Educar para a Diversidade: Desafios e Perspectivas”, o livro conta com a colaboração dos professores Marta Kohl de Oliveira, Julio Groppa Aquino e José Geraldo Vinci de Moraes. Destinada a educadores, a obra tem como objetivo fomentar o debate em torno do respeito ao próximo, ideia central da marca Monster High, da Mattel, possibilitando a reflexão sobre os desafios na formação das novas gerações.

De acordo com Ana Furtado, gerente de marketing da divisão girls da Mattel do Brasil, patrocinar um livro com esse contexto é uma grande oportunidade de desenvolver o tema e reforçar a mensagem de Monster High. “Procuramos estimular a discussão do assunto juntamente com educadores e oferecer ferramentas preciosas para o trabalho desses profissionais com crianças e adolescentes”, ressalta Ana.

Com o desafio de reunir textos que falem aos educadores de forma clara e com orientações relevantes sobre como lidar com a questão da diversidade dentro e fora das salas de aula, Teresa Cristina Rego, professora doutora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), abraçou o desafio proposto pela Mattel. Organizadora da publicação, ela acredita que para impactar crianças e adolescentes é preciso também fazer com que os educadores – pais e professores – entendam a importância de uma formação consistente, que ajude na convivência com o outro e com as diferenças. “O ser humano vive novos tempos, mas permanece com pensamentos e conceitos antigos. É preciso romper essas barreiras e a educação é o caminho mais eficiente para isso“, afirma a professora Teresa.


Lidando com a diversidade

Dividido em quatro capítulos, o livro aborda os temas “Sobre diferenças e preconceitos”, escrito por Teresa Cristina Rego, “Ética, cidadania e educação: dos princípios às práticas”, de Julio Groppa Aquino, “O papel da cultura nos processos de desenvolvimento e aprendizagem”, de Marta Kohl de Oliveira, e “Diversidades históricas e contrastes na sociedade brasileira”, de José Geraldo Vinci de Moraes.

A importância do diálogo e do respeito em situações do convívio humano e a necessidade de cada um ter consciência do seu papel na formação da futura geração permeiam todo o conteúdo apresentado. O livro também traz dicas de como abordar os temas em sala de aula. Para lidar com alunos que têm grande risco de serem discriminados, por exemplo, seja por sua condição racial, física ou religiosa, Julio Groppa Aquino recomenda: “procure envolvê-lo nas atividades em condição de igualdade com os outros”. Para o autor “todos eles devem ser valorizados pelo que são, e ser encorajados a tomar parte das atividades em condições de equidade com os outros, contribuindo com aquilo que sabem fazer”.

A obra, composta por 256 páginas, é encerrada com referências bibliográficas que poderão auxiliar, ainda mais, os educadores nessa incrível missão de formar uma futura geração mais consciente e pronta para enfrentar e conviver com a diversidade como um todo.

Serviço

Educar para a diversidade: desafios e perspectivas

Autores: Teresa Cristina Rego (org.); Julio Groppa Aquino; Marta Kohl de Oliveira e José Geraldo Vinci de Moraes.

Editora: Moderna

Preço: R$ 29,90

Número de páginas: 256

Sobre os autores

Marta Kohl de Oliveira

Professora Livre-Docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. É mestre e doutora pela Stanford University (California, EUA), com pós-doutorado pelo Laboratory of Comparative Human Cognition, da University of California at San Diego (EUA). É autora de Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento, um processo sócio-histórico (Scipione, 1993), Cultura e Psicologia: questões sobre o desenvolvimento do adulto (Hucitec, 2009), co-autora de Piaget, Vygotsky, Wallon (Summus, 1992), Piaget, Vygotsky: novas contribuições para o debate (Ática, 1995), além de organizadora de diversos outros livros.

 

Teresa Cristina Rego

Professora de Psicologia da Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP). Atualmente é Editora Chefe da Revista Educação e Pesquisa (FEUSP). É graduada em Pedagogia (PUC-SP), mestre em História e Filosofia da Educação (FEUSP), doutora em Psicologia e Educação (FEUSP) e Pós-Doutora em Psicologia pela Universidade Autônoma de Madrid, Espanha. É também pesquisadora do CNPQ. É autora e organizadora de vários livros, entre eles, Coleção Pedagogia Contemporânea (Vozes/Segmento, 2011), Vygotsky: uma perspectiva histórico cultural da educação (Vozes, 22ª. ed., 2011), Memórias de escola: cultura escolar e constituição de singularidades (Vozes, 2003) e Psicologia, Educação e as Temáticas da Vida Contemporânea (Moderna, 3ª. ed., 2008).

 

Julio Groppa Aquino

Livre-docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, com mestrado e doutorado em Psicologia Escolar pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, bem como pós-doutorado pela Universidade de Barcelona. Pesquisador do CNPq. Organizador e autor de vários livros, entre eles, Dicionário das ideias feitas em educação (Autêntica, 2011), A educação por vir: experiências com o cinema (Cortez, 2011), Família e educação: quatro olhares (Papirus, 2011), Abecedário: educação da diferença (Papirus, 2009) e Miríade 290: o que pode a escrita (Annablume, 2009).

 

José Geraldo Vinci de Moraes

Professor de Teoria e Metodologia da História dos cursos de Graduação e Pós-Graduação do Departamento de História da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP). Mestre em História (PUC-SP), Doutor em História Social pela USP e pesquisador do CNPq. Autor de História e música no Brasil (Alameda, 2010), Conversas com historiadores brasileiros (Editora 34, 2002), Metrópole em sinfonia (Estação Liberdade, 2000) de Sonoridades Paulistanas (Funarte, 1997), História Geral e Brasil (Volumes I, II e II, Editora Saraiva, 2010), entre outros.

 

Sobre a Mattel do Brasil – www.mattel.com

A Mattel atua no desenvolvimento de marcas infantis que visam contribuir para o desenvolvimento de uma infância sadia. Fazem parte de seu portfólio nomes amplamente conhecidos como Fisher-Price, Barbie, Polly, Hot Wheels, Max Steel, Little Mommy, UNO e a mais recente, Monster High. A companhia investe constantemente em pesquisas, testes de qualidade e segurança para proporcionar momentos que ficam para a vida toda. Os itens que levam as suas marcas estão presentes no dia a dia das crianças por meio de uma extensa gama de produtos – de brinquedos a vestuário; de jogos a ovos de páscoa. Mais de 60 parceiros fabricam, no País, produtos com as marcas Mattel. Vale ressaltar, ainda, que a companhia comercializa, anualmente, mais de 200 milhões de unidades e que 50% de seu faturamento vêm de produtos fabricados em território nacional. Além disso, a Mattel contribui para a economia brasileira por meio de seus investimentos em comunicação, em desenvolvimento do varejo e da participação em uma cadeia de valor que gera, anualmente, mais de 650 milhões de reais em arrecadação de impostos. SAC – 0800 550780

Sobre Monster High – www.monsterhigh.com.br

A saga de uma turma de adolescentes cheios de estilo, filhos de monstros e personalidades famosas como o Drácula, Frankstein e Lobisomem é contada em uma série de livros e episódios de TV. O dia-a-dia dos adolescentes Frankie, Draculaura, Clawdeen, Lagoona, Cleo de Nile e Deuce pode ser acompanhado no SBT ou na internet. As personagens, que expressam a individualidade e as diferenças do universo teen, também ganharam forma em linhas de bonecas, pelúcias, roupas e produtos de papelaria. Com a mensagem principal “O legal é ser diferente”, a linha tem como objetivo ensinar crianças e adolescentes a aceitar a diversidade e respeitar ao próximo. No site da linha Monster High, é possível assistir vídeos dessa turma, ler sobre os personagens, se divertir com jogos interativos e ainda ouvir a música tema da série. Para mais informações acesse www.monsterhigh.com.br

Beijinhos sonoros,

Lak

4 palpites

  1. luciane disse:

    oi nossa estas historia me fazem muito bem pois estou com meu filho recém implantado…ele tem 7 anos sempre usou aasi agora do lado direito e implantado e do esquerdo acabou de trocar o aparelho. ele sempre fez tratamento em bauru mas foi implantado em Curitiba no hc estamos nos acostumando com tudo pois tudo e novidade ele esta muito agitado …. eu estou bem preocupada mas todos me falam que e normal ….mas mãe sempre tem duvida em relação o que ele esta ouvindo tento vários sons pergunto se esta ouvindo fala que sim mas não tem paciência para nada . nao sei quanto tempo ele vai levar para falar certo ter paciencia para ouvir tudo o que esta ao seu redor . Eu como mae tenho muito medo de tudo peço a deus que me de muita sabedoria para trabalhar com esta situação.

    parabens pelas entrevistas elas me ajudam muito…
    Abraços… 🙂

  2. Silvia disse:

    Lak, eu acho muito legal iniciativas para que as crianças aceitem a diversidade como algo natural. Afinal o que importa não é a aparência nem o que temos, mas quem somos.

    Só que, a não ser que a Mattel esteja mudando bem o conceito do Monster High, eu não vejo nada disso nessa série de produtos. Pra mim, são monstrinhos estilosos que estimulam as meninas a querer maquiagens exóticas, roupas diferentes (e fashion, porque as roupinhas não têm nada de alternativas) e a nova boneca da coleção. Minhas filhas têm e gostam (compraram com seus dinheirinhos porque é febre entre as amigas), mas estão longe de estar trabalhando a aceitação das diferenças (coisa que, na vida e na escola, elas fazem bastante, ainda bem). Hoje mesmo a mais velha estava jogando no site deles um jogo que estimula a cola. A turma está em prova e um dos alunos não estudou nada, então o objetivo é passar a cola sem ser pego pelo professor. Se você passa a cola direitinho, ganha um monte de pontos e amigos. Se o professor te pega, perde o jogo. Sei lá, parece mesmo é campanha de marketing sem vergonha nenhuma de vender uma coisa que não existe.